22/02/2012

Surfista das antigas defende natureza e vira folclore em praias do Nordeste

Charles Brawn já foi toureiro e apareceu no filme Fábio Fabuloso, que conta a história de Fábio Gouveia. Hoje, se diverte nas ondas e incentiva garotada

Ele nunca competiu profissionalmente, mas se orgulha de fazer parte da história do maior surfista brasileiro de todos os tempos. Não é à toa que Charles Brawn virou personagem do documentário Fábio Fabuloso - ele dá um dos depoimentos sobre o campeão mundial amador de 1987. Com uma vasta cabeleira e gírias que lembram o surfe da década de 70, Charles Brawn não consegue mesmo passar despercebido.

Charles Brawn, surfista das antigas (Foto: Expedito Madruga)


Na última etapa do Circuito Paraibano de Surfe, realizado em Praia Bela, no município de Pitimbu, ele estava lá com a sua já tradicional charanga e os bonecos de cera que leva para animar festinhas - e, claro, para qualquer evento de surfe no Nordeste.

- Já levei o meu "boi" a vários cantos. Onde a gente chega faz a festa da gurizada - avisa Carles Brawn.

Carismático, é muitas vezes convocado para dar palestras aos surfistas menores. Ao seu modo, explica a importância de se preservar a natureza e deixar as praias limpas depois de cada etapa ou sessão de surfe.

- Antigamente eu vinha para as etapas vender salada de frutas. Mas não me importava em ganhar dinheiro. Dava a salada para quem me trouxesse uma sacola de lixo recolhida na praia - lembra.

A preocupação com a natureza continua até hoje. Mesmo que o "empreendimento" da venda de salada tenha acabado, Charles Brawn "varre" as praias entre uma onda e outra que ainda curte em pegar.

- Hoje encontrei uma escova velha que ainda dá para limpar o carro. E uma baqueta novinha. Coloquei tudo dentro desse saco plástico que estava lá - disse, exibindo os artefatos como verdadeiros troféus.

 Charles Brawn, surfista das antigas (Foto: Expedito Madruga)

Boas histórias
Como não poderia deixar de ser, os amigos se divertem com as histórias de Charles Brawn. Uma dessas histórias é contada por Chico Padilha, assessor da Federação Paraibana de Surfe (PBSurf).

- Em dos episódios mais folclóricos de Charles Brawn está um dia que ele se meteu num rodeio. Tinha um touro chamado Defunto, mas quem quase morreu no dia foi o Charles.

Antes de ser toureiro, trabalhava na antiga Sucan, onde percorria todo o Estado no combate a leishmaniose. Daí saíram outras tantas histórias. Ex-árbitro de surfe e conselheiro da antiga Associação Paraibana de Surfe (precursora da PBSurf), Jesuíno Oliveira conta um caso que aconteceu no interior.

- Charles chegou numa casa e uma mulher pediu para sacrificar o seu cachorro. Ele examinou o animal e não viu nada. De tanto a mulher insistir, ele disse que levaria o cachorro, que se chamava Jacaré, para ser sacrificado longe dali. O fato é que isso nunca aconteceu. Horas depois chegou o marido da mulher montado num cavalo com um revólver de lado perguntando pelo Jacaré - disse Jesuíno.

O fim da história? O próprio Charles Brawn conta.

- Eu me tremi todo. Fui logo dizendo: "Eu não matei o seu cachorro, ele está sadio e muito bonito. Está até bem gordinho. Agora sua mulher queria que eu o matasse. E tem mais, aquelas manchas que o Jacaré tem é água quente que jogaram nele.

Além de ter arranjado uma confusão para a mulher, Charles ainda acabou virando amigo do sujeito, que lhe deu uma carona até o ponto de ônibus.

Essa, aliás, é uma das grandes características de Charles Brawn: fazer amizades. E isso vale até para os momentos mais improváveis.

- Teve uma vez que o Charles estava com uns amigos em Baía da Traição e acabou se envolvendo numa confusão com uns policiais. Foi todo mundo parar na delegacia e acabaram detidos. Ele logo fez amizade com os detentos e com a carceragem. Acabou sendo uma noite divertida para todo mundo - emendou Jesuíno.

Família de berço
Quem vê o jeitão de Charles Brawn nem imagina o rigor com que foi criado. Filho de um ex-combatente da Segunda Guerra Mundial - o major Teófilo dos Prazeres, que chegou a receber a Medalha Cruz de Combate - Charles Brawn sempre se identificou mais com o tio, Walter Licínio, que era músico.

Exímio tocador de gaita, o surfista chegou a fazer dueto com Marcos Gouveia, pai de ninguém menos que Fábio Gouveia. Dali nascia uma amizade registrada até no cinema.

O curioso é que Charles Brawn nunca passou de um surfista amador. Aliás, até para surfista amador a coisa era complicada.

- O Charles chegava atrasado em todas as baterias que disputava. Era normal ele só entrar na água cinco minutos depois da bateria começar - lembrou Jesuíno Oliveira.

- A relação é com o mar, com a natureza. Não tem isso de surfe de competição, atrás de notas de arbitragem. É um surfe das antigas, sem a preocupação com a técnica - emenda Chico Padilha.

Charles Aníbal dos Prazeres, nome de batismo e que poucos conhecem, tem uma ligação estreita com o futebol. Ele é irmão de André Jaguaribe, ex-atacante do Auto Esporte, que um dia virou motivo de orgulho para Charles Brawn.

- Vocês lembram, ele já foi o artilheiro do Fantástico? - recorda o surfista.

 fonte: globoesporte.com

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16/02/2012

Pupo cai na estreia, e Nat Young tira o primeiro 10,00 no Australian Open

Brasil segue com sete representantes no WQS seis estrelas

Integrante da elite mundial, Miguel Pupo não conseguiu superar a estreia do Australian Open, etapa seis estrelas da divisão de acesso mundial (WQS) em Manly, Sydney. O paulista terminou em terceiro em sua bateria e deu adeus à competição. O americano Nat Young arrancou a primeira nota 10,00 do campeonato, e o australiano Josh Kerr fez a maior soma do dia: 18,27, em 20 possíveis.

surfe Miguel Pupo estreia do Australian Open (Foto: Dunbar / ASP)
Miguel somou 10,43 pontos no confronto vencido pelo também brasileiro Alex Ribeiro, com 13,83. O francês das Ilhas Reunião Medi Veminardi ficou com a segunda vaga (12,86). O americano Andrew Doheny segurou a lanterna (10,16).

Além de Alex, o Brasil segue na briga com outros seis representantes: Peterson Crisanto, Charlie Brown, Alan Jhones, Tomas Hermes, Jessé Mendes e Ian Gouveia.

Os principais surfistas da elite que competem em Manly também passaram à terceira fase. Entre eles, o sul-africano Jordy Smith e os australianos Joel Parkinson e Taj Burrow. Taj foi o campeão do último campeonato da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP) disputado em Manly, em 1999.

surfe Nat Young nota 10 no Australian Open (Foto: Dunbar / ASP)

fonte: globoesporte.com

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15/02/2012

Phil Rajzman Campeao da primeira etapa do Brasileiro de Longboard em FortalezaPhil Rajzman Campeao da primeira etapa do Brasileiro de Longboard em Fortaleza.

Eeeee Campeao!!!!!

Sou campeao da primeira etapa do circuito Brasieliro de Longboard!

Não voltava para fortaleza a 15 anos, quando tinha vindo competir o circuito brasileiro de surf amador, mas tinhas ótimas recordações de minha vitoria na época.

Novamente saio do Ceara, com o sentimento de missão cumprida, e devo isso a toda a galera que torce por mim e principalmente minha equipe:

Shaper: Filipe Hage

Laminador: Super Glass

Apoio: Dello SportHobie e Julli Roldao

Fisioterapeutas: Patrick Vilao e Pedro Paulo

Estou focando este ano de 2012 no titulo Brasieliro inédito na minha carreira, com a liderança no inicio do circuito, embarco hoje para Recife, praia de Itapuama, onde vai acontecer nos dias 20,21 e 22 de janeiro a segunda etapa do Brasileiro.

Vamos torcer galera!!!!

Obrigado a todos pela Vibe!

NAMASTE!!

 





fonte: globoesporte.com

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13/02/2012

‘SuperSlater’ chega aos 40 anos desafiando o surfe e a medicina

Americano compete com adversários com menos da metade de sua idade

A careca está ali há mais de uma década, sem esconder que ele, há tempos, é um dos mais experientes na área. Neste sábado, dia 11 de fevereiro, Kelly Slater completa 40 anos. Idade, para esse americano da Flórida, nunca foi problema ou preocupação. Com corpo de garoto, parece indestrutível: 11 títulos mundiais, dez recordes na história do surfe. No fim do mês, dará início a mais uma campanha, sempre cercado por mistério quanto à aposentadoria, rodeado de adversários até 22 anos mais jovens. O superpoder desse superatleta mistura experiência, inteligência e vigor físico. Um atleta diferenciado geneticamente, garantem os médicos.

Ao longo da carreira, Slater pouco se lesionou. Um corte no pé ali, outro acolá. Sente dores nas costas às vezes, faz longas sessões de massagem. Mas também luta boxe e jiu-jítsu.

E soube adaptar seu surfe às novas manobras, aos novos tempos. Os aéreos, marca da nova geração, foram aos poucos sendo incorporados a seu repertório.

É um caso raro de atleta que chega aos 40 como número 1. No Mundial de surfe, só não é mais velho que o amigo e compatriota Taylor Knox, que completa 41 em maio e só venceu uma etapa em toda a carreira na elite.

 surfe Kelly Slater Mundial de Bells Beach 2010 (Foto: Steve Robertson / ASP)

O mais jovem é Gabriel Medina, 18 aninhos. O brasileiro virou a sensação do surfe – venceu duas das cinco etapas que disputou em 2011. E tem um amuleto: o sempre presente padrasto e treinador. Charles Saldanha, curiosamente, é apenas um ano mais velho que Slater.

- É muito louco pensar que o Gabriel compete com um cara que tem a minha idade. Slater pode até não ser o melhor surfista do mundo, mas é o mais inteligente - conta.

Slater já poderia estar no Mundial Masters e tentar, lá, estabelecer outros recordes. Mas sente que ainda pode evoluir e, assim, fazer o surfe competitivo ganhar novos rumos. Gosta de pensar em números, notas, ângulos, medidas. Nos últimos anos, passou a desenhar novas pranchas – com quatro quilhas. Montou até uma empresa para desenvolver piscinas de ondas.

Segundo os médicos, todo atleta acima dos 30 anos precisa de preparação especial. No caso dele, basta se hidratar mais e manter o trabalho de força muscular em dia, com disciplina e regularidade.

- Com certeza ele é diferenciado. Possui flexibilidade acima da média normal dos indivíduos do mesmo gênero e idade. Se não me engano, logo no início de sua vida competitiva sofreu um estiramento muscular na região do quadril, mas só foi perceber algum tempo depois. Desde então, faz um treinamento rigoroso para manter sua forma física impecável, pois a melhor forma de se manter saudável é a prevenção. Mas também existe um componente genético que o torna diferenciado e o faz ter um biotipo desejável para o surfe – diz a médica Silvia Lagrotta, especialista em envelhecimento ativo e em esportes radicais.

O que os médicos comprovam, os adversários conseguem perceber de longe, dentro e fora do mar. O paraibano Fabinho Gouveia, bicampeão brasileiro e aposentado aos 40, dois anos atrás, fica impressionado ao vê-lo voar em aéreos.

- Talvez o fato de ele ter muita harmonia com a prancha, saber onde pisa, tenha ajudado bastante. Vendo aquele evento de Nova York ficou claro que ele sabe onde pisa, pois fez aéreos bem difíceis de aterrissar. O bicho também tem uma sorte danada, a sorte que acompanha campeões (risos) – brinca o paraibano, que chamava o americano carinhosamente de “Carlos Leite”.

A barreira dos 40 foi o limite para Fabinho. Depois de duas cirurgias nas costas, decidiu parar. Naquela época, já tinha perdido a vaga na elite mundial. Disputava a divisão de acesso (WQS) e o circuito brasileiro.

- Era a idade de meus planos, mas talvez se não tivesse me atrapalhado pela lesão na coluna, poderia até ter esticado mais um pouquinho, ou quem sabe, ter recuperado a vaga lá pelo ano de 2006, 2007...

Fabinho e Kelly eram bem próximos. O americano adorava brincar com os três filhos do paraibano quando eles, crianças, assistiam aos campeonatos dentro da área reservada a atletas e familiares. Um deles, Ian, com 19 anos, hoje disputa a divisão de acesso. Daqui a pouco vai esbarrar com o careca em uma bateria...
Slater tem uma filha, Taylor, fruto de um namoro não muito longo na década de 90. Em sua lista de namoradas, nomes famosos: a atriz americana Pamela Anderson, a modelo brasileira Gisele Bündchen. Desde 2007, a dona de seu coração é Kalani Miller, uma californiana de 20 e poucos anos e dona de uma grife de biquínis.

Kalani o acompanha sempre que dá, é amiga de Coco Ho e das outras surfistas do Circuito Mundial. Ela se diverte com uma rotina que, para o namorado, por vezes era sinônimo de tédio. O maior dos campeões é um dos poucos surfistas veteranos que não viajam com a família, que não construíram família. Recentemente, comprou um cachorrinho.
 Kelly Slater treina na Barra Rio Pro (Foto: Ivo Gonzalez / Agência O Globo)


O tour é uma grande família. Sempre vi o Kelly como uma pessoa do bem, tendo crianças por perto, animais... Acho que ficaria bem difícil ele estar casado, com filhos e ter conseguido os 11 títulos, mesmo ele sendo ele. Acho que seu foco foi único e exclusivamente para o surfe. Aliou seu talento ao foco da competição, ou estudo da competição. Daí deu no que deu...uma carreira espetaculosa - conta Fabinho.

A carreira “espetaculosa” começou em 1990, ainda rapazote. Em 1992, aos 20 aninhos, Slater se tornou, no Rio de Janeiro, o mais jovem surfista a conquistar um título no Circuito Mundial. O recorde é um dos dez que ele detém até hoje.

Ainda cabeludo, voltou a vencer de 1994 a 1998. E decidiu dar um tempo. Surfava aqui e ali, tocava violão com a banda “Surfers”. Competiu o tradicional “Tributo a Eddie Aikau”, em ondas gigantes em Waimea Bay, e faturou o título.

O pai, Steve, alcoólatra, morreu de câncer em abril de 2002. A mãe, Judy, é uma coroa enxuta e conectada. Casou-se novamente há um par de anos e passa boa parte do tempo na internet, acompanhando as competições.

 tabela kelly  later onde foi campeão (Foto: arte esporte)

Naquele ano de 2002, Slater viu o surgimento de um novo campeão mundial, que viria a erguer a taça três vezes seguidas: Andy Irons. Era o desafio que ele precisava para voltar. O troco, porém, só foi dado em 2005. A campanha arrasadora teve direito a um feito inédito na história do surfe - duas notas 10,00 em uma final, em Teahupoo, no Taiti.

Em 2006, mais um título. No ano seguinte, Mick Fanning entrou no páreo e levou a melhor. Enquanto o australiano comemorava com o caneco nas mãos, em Imbituba, ele pensava em fechar a conta, em pendurar a prancha, de novo...

Recuperou o fôlego, conquistou o nono título mundial no ano seguinte. A partir daí, parece ter se dado conta de que o Circuito não é um sacrifício tão grande, que vencer é fácil, e que os jovens, em vez de ameaça, são antídotos. Chegou a dizer que, quando se aposentar, vai iniciar uma nova carreira, no golfe. A temporada 2012 dirá...

 tabela kelly  later todos os recordes (Foto: arte esporte)

tabela kelly slater 48 vitorias  -  2 (Foto: arte esporte)

fonte: globoesporte.com

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10/02/2012

Em show de tubos, Pig, Raoni e filho de Michael Ho tiram 10 em Noronha

Sem patrocinadores, dupla brasileira brilha na Cacimba do Padre e se garante nas oitavas do WQS prime, assim como Medina, Pupo e Ricardinho
Foi um dia clássico no paraíso, com tubos cristalinos de 2,5m. E um dia de perfeito para os três surfistas que conseguiram arrancar notas 10,00 nas ondas da Cacimba do Padre: Bernardo Pigmeu, Raoni Monteiro e o havaiano Mason Ho, filho do lendário Michael Ho. Eles lideraram a quinta-feira no WQS prime de Fernando de Noronha e asseguraram por antecipação suas vagas nas oitavas de final. Gabriel Medina, Miguel Pupo e Ricardinho dos Santos são os outros brasileiros já garantidos.
surfe Raoni Monteiro WQS de Fernando de Noronha (Foto: Daniel Smorigo / ASP South America)

Assim como Raoni, Pigmeu está sem patrocinadores. E teve um caminho ainda mais duro em Noronha. Ex-integrante da elite mundial, ele precisou disputar as triagens da etapa do WQS pernambucano para entrar na chave principal. Nesta quinta-feira, a recompensa: foi dele a primeira nota 10,00 do campeonato. Com 19,30 pontos em 20 possíveis, derrotou o catarinense Marco Polo (6,30) e o havaiano Sebastien Zietz (17,86). Os dois terão outra chance na quinta fase, repescagem.
Raoni tirou um 10,00 e um 8,33 e deixou os adversários em combinação. O porto-riquenho Brian Toth tinha 13,43; o catarinense Jean da Silva, 13,34. Mason, que na bateria anterior tinha arrancado um 9,93, foi à perfeição no confronto contra o americano Damien Hobgood e o brasuca Wiggolly Dantas.
Na quinta fase, as baterias são homem a homem. Além de Jean, Wiggolly e Marco Polo, Leandro Bastos, Willian Cardoso, Bruno Rodrigues e Yuri Sodré vão buscar vagas nas oitavas.

 surfe Mason Ho WQS de Fernando de Noronha (Foto: Daniel Smorigo / ASP South America)

fonte: globoesporte.com

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09/02/2012

Técnica alemã chega ao Brasil para revolucionar preparação de atletas

Métodos conhecidos como Sling Training e Sling Desk reduzem dores no corpo e auxiliam no condicionamento físico para atividades de impacto.
Especialista em ondas gigantes, o surfista Eraldo Gueiros é um dos primeiros atletas brasileiros a se beneficiar com um conceito revolucionário de fisioterapia e preparação física. Prestes a completar 47 anos, o pernambucano radicado no Rio é adepto dos métodos conhecidos como Sling Training e Sling Desk. Pouco comuns no Brasil, os dois conceitos foram criados na Alemanha, com o intuito de potencializar os efeitos da fisioterapia e do condicionamento físico.

 Surfista Eraldo Gueiros faz sessão de Sling Desk com a fisioterapeuta Ariane Pitrez (Foto: Flávio Dilascio/SPORTV.COM)

Criado pelo médico alemão Hannspeter "Hape" Meier, o Sling Training foi introduzido no Brasil em 2009 pelo fisioterapeuta Cornell Coezijn, também da Alemanha. Capaz de trabalhar todas as partes do corpo, o método consiste no uso de cordas para a realização de movimentos específicos, supervisionados por um profissional especializado.

- Faço treinamentos de estabilização desde que tive uma sequência de contusões, que inclui lesões no joelho, pescoço e ligamentos. Posso dizer que o uso de cordas melhorou muito o meu tratamento e o meu recondicionamento físico. Aqui, mesmo lesionado, você consegue se movimentar - explica Eraldo.

Fisioterapeuta particular do surfista, Ariane Pitrez destaca que o Sling Training é uma forma de preparar o corpo do atleta para suportar movimentos bruscos e arriscados, tais como os provocados por ondas gigantes.

- Aqui podemos adequar o treinamento ao esporte praticado pelo paciente. Como trabalhamos a estabilização de uma forma potencializada, estamos preparando o atleta para situações que o seu esporte vá exigir. Quando ele chegar à uma competição, vai estar com o corpo mais preparado para suportar com naturalidade os movimentos mais difíceis - ressalta a profissional, que também já atendeu o surfista Carlos Burle e o lutador de jiu-jitsu Romulo Souza.

Além do Sling Training, outra técnica alemã que promete revolucionar o tratamento de lesões é o Sling Desk. Neste método, o paciente fica preso ao teto e é içado por 16 cordas presas a diversas parte do corpo. Este treinamento permite ao profissional fazer extensões e puxadas nos músculos muito mais fortes do que nas condições normais. A facilidade se dá graças à anulação da gravidade.

 Surfista Eraldo Gueiros faz sessão de Sling Training com a fisioterapeuta Ariane Pitrez (Foto: Flávio Dilascio/SPORTV.COM)

- O Sling Desk é capaz de diminuir a pressão dos nervos, trazendo um grande alívio da dor. Com ele, é muito mais fácil tratar contusões - analisa Ariane Pitrez.

Especialista no tratamento de atletas, ela explica que a tendência é que a fisioterapia esportiva se amplie cada vez mais.

- Tratar um atleta não é a mesma coisa que tratar um não atleta. Os esportistas demandam por uma recuperação mais imediata e, muitas vezes, não podem ficar inativos. Por isso, precisamos continuar investindo em métodos que proporcionem uma recuperação mais rápida e mais eficiente - finaliza ela.

Sling Desk, novo conceito em fisioterapia para atletas (Foto: Divulgação)
 
fonte: globoesporte.com

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07/02/2012

Djokovic vence Laureus, Kelly Slater iguala recorde, e Barça se consagra

Era o único concorrente entre os homens presente na festa. Teve a última temporada quase perfeita. Os indícios eram de barbada. E a expectativa se concretizou: Novak Djokovic foi eleito o principal atleta masculino de 2011. O sérvio, que venceu três dos quatro Grand Slams e “roubou” de Rafael Nadal o posto de número 1 do mundo no ano passado, conquistou, nesta segunda-feira, em Londres, o Laureus, considerado o "Oscar do esporte". O Brasil não passou em branco na noite. Se Daniel Dias e Terezinha Guilhermina perderam para o sul-africano Oscar Pistorius a disputa de melhor atleta paraolímpico, Raí foi homenageado com o troféu por suas ações sociais, encabeçadas pela Fundação Gol de Letra.

- É um prazer enorme fazer parte deste evento. É até difícil descrever com palavras. Tenho que agradecer a minha família, meu time, meu país, todo mundo que me apoiou ao longo da minha carreira. Tenho que agradecer também aos membros da Academia, por me considerarem apto a participar do Laureus e me considerarem um grande atleta. Fico feliz por vencer entre tantos grandes nomes e que tiveram um grande ano. Vivi hoje em Londres uma experiência fantástica ao conhecer lendas do esportes e poder ouvir suas histórias - disse o sérvio.

 Novak Djokovic tênis prêmio Laureus (Foto: AP)

O outro grande destaque da noite, ao lado de Djokovic, não esteve presente na capital inglesa:Kelly Slater. O americano, que venceu o Circuito Mundial pela 11ª vez na temporada passada, foi eleito pela quarta vez o melhor atleta do mundo em esportes radicais, igualando o recorde do tenista Roger Federer. Direto do Havaí, o surfista mandou uma mensagem pelo telão:

- É um reconhecimento incrível vencer o Laureus pela quarta vez na vida. Agradeço a todos que trabalharam duro e me ajudaram ao longo da carreira. Obrigado.

A queniana Vivian Cheruiyot, campeã nos 5.000m e 10.000m no Mundial de Atletismo na Coreia do Sul, levou o prêmio entre as mulheres. Os golfistas norte-irlandeses Darren Clarke e Rory McLlroy venceram nas categorias melhor retorno do ano e revelação, respectivamente. Já a lenda inglesa Bobby Charlton foi homenageado por sua história como atleta.

 Kelly Slater prêmio Laureus (Foto: Getty Images)

Mais um troféu para a conta do Barcelona

Outra barbada da noite foi a eleição do Barcelona como melhor equipe da temporada. Campeão espanhol, das supercopas da Europa e da Espanha, da Liga dos Campeões da Europa e Mundial, a equipe de Pep Guardiola superou a seleção neozelandesa de rugby, o Dallas Marvericks, a seleção inglesa de críquete, a seleção feminina de futebol do Japão e a equipe de Fórmula 1 RBR e foi representada pelo presidente Sandro Rossel. Pelo vídeo, Guardiola mandou sua mensagem:

- Mais do que pelo resultado em campo, o esporte é importante por tudo que representa para o crescimento das pessoas, principalmente das crianças. É um orgulho vencer o Laureus e saber da força do Barcelona socialmente. Muito obrigado a todos – disse, encerrando o discurso em catalão, para o delírio dos jornalistas locais presentes.

Esta foi a primeira vez que a equipe espanhola venceu a premiação máxima do esporte mundial. Outro representante do clube, Lionel Messi sequer esteve na capital inglesa, uma vez que foi derrotado por Djokovic.

Raí e Fundação Gol de Letra são premiados

No vídeo de apresentação, Raí foi apontado como um representante do esporte como meio de promover a união entre os povos e mudar a sociedade. Ao receber o troféu das mãos do americano Edwin Moses, presidente da Academia, o brasileiro disse:

- Me desculpem pelo meu inglês. Estou muito feliz por estar aqui, viver essa atmosfera e ganhar esse prêmio. É uma inspiração para mim e me ajuda a continuar com o projeto para fazer do mundo um lugar melhor, especialmente o meu país.

Como funciona o Laureus

Considerado o "Oscar do esporte", o Laureus teve em Londres sua 13ª edição. O prêmio consiste na indicação de jornalistas dos seis melhores atletas em sete categorias. Com os finalistas definidos, 47 ex-atletas, membros da Academia, votam em seus preferidos. Raí foi o quarto brasileiro agraciado com o troféu. Em 2000, na primeira edição, Pelé foi homenageado por sua carreira. Já Ronaldo foi o primeiro a vencer através de votação, em 2003, como o melhor retorno, após série de problemas no joelho. Por fim, em 2009, Daniel Dias foi eleito o melhor atleta paraolímpico.

Confira todos os finalistas do Prêmio Laureus (vencedores em negrito):

Melhor atleta masculino do ano:

- Usain Bolt - Atletismo (Jamaica)
Novak Djokovic - Tênis (Sérvia)
- Cadel Evans – Ciclismo (Austrália)
- Lionel Messi – Futebol (Argentina)
- Dirk Nowitzki – Basquete (Alemanha)
- Sebastian Vettel – Automobilismo ( Alemanha)

Melhor atleta feminino do ano:
- Vivian Cheruiyot – Atletismo (Quênia)
- Maria Hofl-Riesch – Esqui (Alemanha)
- Carmelita Jeter – Atletismo (EUA)
- Petra Kvitova – Tênis (República Tcheca)
- Homare Sawa – Futebol (Japão)
- Yani Tseng – Golf (Taiwan)

Melhor time do ano:
- All Blacks – Rúgbi (Nova Zelândia)
- Barcelona – Futebol (Espanha)
- Dallas Mavericks – Basquete (EUA)
- Seleção inglesa – Críquete (Inglaterra)
- Japão – Futebol (Japão)
- Red Bull – Automobilismo (Áustria)

Revelação:
- Yoham Blake – Atletismo (Jamaica)
- Mo Farah – Atletismo (Reino Unido)
- Petra Kvitova – Tênis (República Tcheca)
- Rory McLlroy – Golf (Reino Unido)
- Li Na – Tênis (China)
- Oscar Pistorius – Atletismo (África do Sul)

Retorno do ano:
- Eric Abidal – Futebol (França)
- Darren Clarke – Golfe (Reino Unido)
- Crusaders – Ruúbi (Nova Zelândia)
- Sergio Garcia – Golfe (Espanha)
- Liu Xiang – Atletismo (China)
- Queensland Reds – Rúgbi (Austrália)

Atleta Paralímpico
- Daniel Dias – Natação (Brasil)
- Terezinha Guilhermina – Atletismo (Brasil)
- Oscar Pistorius – Atletismo (África do Sul)
- Esther Vergeers – Tênis em Cadeira de Rodas (Holanda)
- David Weir – Atletismo (Reino Unido)
- Irek Zaripov – Esqui (Rússia)

Atleta de esporte radical:
- Jamie Bestwick – BMX (Reino Unido)
- Philip Koster – Windsurfing (Alemanha)
- Carissa Moore – Surfe (EUA)
- Travis Rice – Snowboarding (EUA)
- Kelly Slater – Surfe (EUA)
- Shaun White – Skate/Snowboarding (EUA)

fonte: globoesporte.com 

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06/02/2012

Atual campeão, Alejo, machucado, desiste do WQS prime de Noronha

Surfista, integrante da elite do Circuito Mundial, ainda se recupera de lesão no tornozelo direito, sofrida quando jogava tênis em dezembro, no Havaí
Alejo Muniz não vai defender seu título o WQS prime de Fernando de Noronha. O surfista, que integra a elite mundial, ainda se recupera de uma lesão no tornozelo direito, sofrida em dezembro, no Havaí, quando jogava tênis. A etapa começa nesta terça-feira e tem a maior pontuação da divisão de acesso.

Dos sete brasileiros da elite, apenas quatro vão competir no arquipélago pernambucano: Gabriel Medina, Raoni Monteiro, Miguel Pupo e Heitor Alves. Adriano de Souza, o Mineirinho, e Jadson André vão direto para a Gold Coast australiana. O Circuito Mundial começa no dia 25.

Alejo se machucou em um dia sem ondas no North Shore havaiano, onde esperava para disputar o Pipeline Masters.

- Ainda não me recuperei da lesão,mas estou na fisio para estar 100% na Austrália!! Obrigado a todos pela torcida!!! – escreveu Alejo em uma rede social.

Além dos quatro brasileiros, outros três surfistas da elite vão competir em Noronha: os irmãos gêmeos americanos CJ e Damien Hogbood e o francês Jeremy Flores.

 Surfe Alejo Muniz (Foto: Daniel Smorigo / Nike Brasil)

Baterias da primeira fase:

1. Heitor Alves (CE), Charles Martin (GLP), Nathaniel Curran (EUA), Fabio Gouveia (PB)
2. Leonardo Neves (RJ), Tomas Hermes (SC), Rudá Carvalho (BA), Filipe Toledo (SP)
3. Hizunomê Bettero (SP), Alain Riou (TAH), Chris Ward (EUA), Ian Gentil (HAV)
4. Willian Cardoso (SC), Ricardo dos Santos (SC), Halley Batista (PE), Alan Donato (PE)
5. Fredrick Patacchia (HAV), Kiron Jabour (HAV), Marlon Lipke (ALE), Ian Gouveia (PE)
6. Nat Young (EUA), Kai Barger (HAV), Leandro Bastos (RJ), Nic Von Rupp (ALE)
7. Mitch Crews (AUS), Marc Lacomare (FRA), Kevin Sullivan (HAV), Bino Lopes (BA)
8. Miguel Pupo (SP), Tonino Benson (HAV), Charlie Brown (CE), Bruno Rodrigues (PE)
9. Tanner Gudauskas (EUA), Stu Kennedy (AUS), Yuri Sodré (RJ), Santiago Muniz (ARG)
10. Jay Quinn (NZL), Joan Duru (FRA), David do Carmo (SP), Caetano Vargas (PR)
11. Shaun Joubert (AFR), Gabe Kling (EUA), Keanu Asing (HAV), Michael Dunphy (EUA)
12. Gabriel Medina (SP), Jeronimo Vargas (RJ), Tim Reyes (EUA), Caia Souza (FN)
13. Damien Hobgood (EUA), Alex Ribeiro (SP), Gony Zubizarreta (ESP), Bernardo Pigmeu (PE)
14. Granger Larsen (HAV), Wiggolly Dantas (SP), Marco Polo (SC), Matt Pagan (EUA)
15. Richard Christie (NZL), Hodei Collazo (ESP), André Silva (CE), Diego Rosa (SC)
16. Jessé Mendes (SP), Jano Belo (PB), Gabriel Villaran (PER), Marco Fernandez (BA)
17. C. J. Hobgood (EUA), Sebastien Zietz (HAV), Messias Felix (CE), Yan Guimarães (RJ)
18. Cory Lopez (EUA), Mason Ho (HAV), Eric Geiselman (EUA), Ty Watson (AUS)
19. Nathan Yeomans (EUA), Romain Cloitre (FRA), Evan Valiere (HAV), Luel Felipe (PE)
20. Raoni Monteiro (RJ), Adrien Toyon (REU), Flavio Nakagima (SP), Patrick Tamberg (FN)
21. Thiago Camarão (SP), Vincent Duvignac (FRA), Jean da Silva (SC), Renato Galvão (SP)
22. Dion Atkinson (AUS), Mitchel Coleborn (AUS), Torrey Meister (HAV), Leandro Usuña (ARG)
23. Evan Geiselman (EUA), Aritz Aranburu (ESP), Robson Santos (SP), Simão Romão (RJ)
24. Jeremy Flores (FRA), Jonathan Gonzalez (CNY), Brian Toth (PRI), Paulo Moura (PE)

fonte: globoesporte.com 

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01/02/2012

ASP confirma: elite do surfe passará a ser submetida a exames antidoping

O Circuito Mundial de surfe passará a ter exames antidoping entre os 34 surfistas da elite. A mudança, noticiada em novembro, foi confirmada nesta terça-feira pela Associação dos Surfistas Profissionais (ASP), que também vai estender a prática para a elite feminina. Os exames seguirão as normas da Agência Mundial Antidoping (Wada).

- Esta política representa um consenso entre os nossos surfistas, promotores dos eventos e administradores, para a evolução do surfe a um nível mais profissional. O desejo de iniciar o antidoping já existia dentro da ASP há vários anos, mas faltava verba. Com a aprovação da alocação de recursos para isso no orçamento, durante a reunião da diretoria em novembro de 2011, temos o prazer de anunciar a sua ativação neste ano. Acreditamos que este seja mais um passo importante para reforçar a imagem do surfe profissional – disse Richard Grellman, diretor-executivo da ASP.

 Surfe Gabriel Medina campeão WQS de Zarautz  (Foto: asp)


Os representantes dos atletas também aprovaram a nova política antidoping da entidade.

- Nós todos apoiamos a implementação da política antidoping na ASP. É um passo positivo que realça o profissionalismo do surfe competitivo e transmite uma boa imagem para as crianças que olham para nós como ídolos – disse Kieren Perrow, representante dos Top 34 do circuito.

fonte: globoesporte.com 

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30/01/2012

Brasileiro Caio Ibelli brilha na Gold Coast e fatura o Mundial Pro Júnior

Janeiro já está quase terminando, mas só agora Caio Ibelli pode estourar sua garrafa de champanhe e celebrar o Ano Novo. O surfista paulista, de 18 anos, faturou neste sábado, na Gold Coast australiana, o título do Mundial Pro Júnior 2011. E a conquista veio com uma boa dose de drama. Caio bateu o local Garrett Parkes, de virada, numa emocionante bateria de desempate.

Caio Ibelli comemora título do surfe  (Foto: EFE)

- Estou maravilhado por levar o título de volta para o Brasil. É um sentimento incrível agora. Garrett é um ótimo surfista e está em casa, então eu sabia que precisava dar o meu melhor – vibrou Caio após conquistar o caneco.

A disputa entre os jovens já consagrou no passado nomes como Andy Irons e Joel Parkinson. O último brasileiro a vencer tinha sido Pablo Paulino, em 2004. No ano anterior, Adriano de Souza, o Mineirinho, conquistou o título, e Pedro Henrique foi o vencedor em 2000.

Derrotado na terceira fase, Caio Ibelli teve de se recuperar ao longo da competição, que viu os favoritos caindo cedo nas disputas de sábado. Para conquistar o título, Garret Parkes precisava apenas passar das quartas de final, mas foi derrotado pelo brasileiro Filipe Toledo. O resultado foi um empate entre Caio e Garrett no ranking, o que forçou a bateria de desempate.

 Caio Ibelli comemora título do surfe (Foto: EFE)

O brasileiro começou tímido, com notas baixas, enquanto o aussie logo tomou a liderança da disputa. Caio se recuperou e chegou a cravar uma nota 8,67. No último minuto, Parkes teve a chance de vencer, mas precisava de um 7,58. Ele ficou menos de um ponto abaixo do necessário e viu o rival comemorar o título.

- Estou arrasado, porque coloquei muito esforço na competição. Dei tudo que pude, tentei meu melhor, e ainda assim perdi. A bateria final foi ótima, me deu uma segunda chance de vencer, mas não consegui tirar proveito – lamentou Parkes.

Felipe Toledo bateu Garret nas quartas de final, mas caiu nas semis da Gold Coast, perdendo para o havaiano Nathan Carvalho (16,50 a 15,26). O outro brasileiro que estava na disputa era Ian Gouveia, filho de Fabio Gouveia. Ele caiu nas quartas para o australiano Wade Carmichael, que acabou conquistando o título da etapa ao bater Nathan Carvalho na final.

No feminino, Alessa Quizon, do Havaí, bateu Philippa Anderson, da Austrália, na final de etapa, mas o título do ano ficou com a havaiana Leila Hurst.

Confira todos os campeões mundiais do Pro Júnior:

1998 - Andy Irons (HAV)
1999 - Joel Parkinson (AUS)
2000 - Pedro Henrique (BRA) 
2001 - Joel Parkinson (AUS)
2002 - Não houve competição
2003 - Adriano de Souza, Mineirinho (BRA)
2004 - Pablo Paulino (BRA)
2005 - Kekoa Bacalso (HAV)
2006 - Jordy Smith (AFS)
2007 - Pablo Paulino
2008 - Kai Berger (HAV)
2009 - Maxime Huscanot (FRA)
2010 - Jack Freestone (AUS)
2011 - Caio Ibelli (BRA)

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